Mas apesar das diferenças tinham algo em comum: eram loucos um pelo outro.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Tu já parou pra pensar de como o mundo as vezes é fascinante ?
Em um dia, que perderes o sono pela manhã, sente-se onde possa observar o nascer do sol, e verás o show de uma das coisas mais belas cenas, o raios te manteriam paralisada/o com tanta perfeição, e você vai olhar aquilo como se não houvesse algo tão perfeito, como se não houvesse amanhã.
Ou então experimente, deitar-se sobre o luar, o brilho que a lua transmite com a companhia das estrelas, te deixará apaixonada/o, com tanta beleza e simplicidade.
Tu pode caminhar e imaginar o que quiseres, dê nome as estrelas, relembre amores, momentos.
As vezes reclamos de tantas coisas, e deixamos as mais belas coisas de lado, imagine o quanto um cego adoraria enxergar tamanha perfeição, e você pode e deixa passar em branco. Permita-se !
Viva, deixe-se viver.
Em um dia, que perderes o sono pela manhã, sente-se onde possa observar o nascer do sol, e verás o show de uma das coisas mais belas cenas, o raios te manteriam paralisada/o com tanta perfeição, e você vai olhar aquilo como se não houvesse algo tão perfeito, como se não houvesse amanhã.
Ou então experimente, deitar-se sobre o luar, o brilho que a lua transmite com a companhia das estrelas, te deixará apaixonada/o, com tanta beleza e simplicidade.
Tu pode caminhar e imaginar o que quiseres, dê nome as estrelas, relembre amores, momentos.
As vezes reclamos de tantas coisas, e deixamos as mais belas coisas de lado, imagine o quanto um cego adoraria enxergar tamanha perfeição, e você pode e deixa passar em branco. Permita-se !
Viva, deixe-se viver.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Vivendo Caio.
Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce, que seja doce, que seja doce, e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Algo me diz que perdemos algo. Pode ser que não seja nada demais. Pode ser que seja a coisa mais importante do mundo. Não faz diferença.
A coisa mais importante do mundo, não é nada demais.
Você acha que o amor é tudo na vida e, de repente, vê que não sabe nadar.
É, você não sabe nadar. E se o avião cair no mar? O amor vai te salvar? Não, a natação vai te salvar. E se você escorregar na piscina? E se o barco afundar? E se um tsunami atingir a tua praia? O amor vai te salvar? Não, a natação vai te salvar. Não perca tanto tempo assim procurando um amor, querendo amar, por que na hora mais difícil o amor não vai te salvar. Na melhor das hipóteses ele te deixara a deriva, porem mesmo que ele não esteja por perto o peso de carregar a falta te afundara mais rápido.
A coisa mais importante do mundo, não é nada demais.
Você acha que o amor é tudo na vida e, de repente, vê que não sabe nadar.
É, você não sabe nadar. E se o avião cair no mar? O amor vai te salvar? Não, a natação vai te salvar. E se você escorregar na piscina? E se o barco afundar? E se um tsunami atingir a tua praia? O amor vai te salvar? Não, a natação vai te salvar. Não perca tanto tempo assim procurando um amor, querendo amar, por que na hora mais difícil o amor não vai te salvar. Na melhor das hipóteses ele te deixara a deriva, porem mesmo que ele não esteja por perto o peso de carregar a falta te afundara mais rápido.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sábado, 17 de julho de 2010
Carta para além do muro
Olha, estou escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem sempre que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim. Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa. Hoje eu achei que ia conseguir, que ia conseguir dizer, quero dizer, dizer tudo aquilo que escondo desde a primeira vez que vi você, não me lembro quando, não lembro onde. Hoje havia calma, entende? Eu acho que as coisas que ficam fora da gente, essas coisas como o tempo e o lugar, essas coisas influem muito no que a gente vai dizer, entende? Pois por fora, hoje, havia chuva e um pouco de frio: essa chuva e esse frio parece que empurram a gente mais para dentro da gente mesmo, então as pessoas ficam mais lentas, mais verdadeiras, mais bonitas. Hoje eu estava assim: mais lento, mais verdadeiro, mais bonito até. Hoje eu diria qualquer coisa se você telefonasse. Por dentro também eu estava preparado para dizer, um pouco porque eu não agüento mais ficar esperando toda hora você telefonar ou aparecer, e quando você telefona ou aparece com aquelas maças eu preciso me cuidar para não assustar você e quando você pergunta como estou, mordo devagar uma das maçãs que você me traz e cuido meus olhos para não me trairem e não te assustarem e não ficarem querendo entrar demais no de dentro dos teus olhos, então eu cuido devagar tudo que digo e todo movimento, porque eu quero que você venha outras vezes e eles dizem que se eu me mostrar como realmente sou você vai ficar apavorado e nunca mais vai aparecer nem telefonar — eu não agüento mais não me mostrar como sou. Hoje de manhã acordei bem cedo, e depois de conversar com eles consegui permissão para caminhar sozinho no jardim, eu disfarcei muito conversando com eles porque queria muito caminhar sozinho no jardim. Àquela hora ainda não estava chovendo, ou estava, não me lembro, ou havia chovido ontem à noite, não, acho que não estava chovendo não, porque eu lembro que as folhas estavam limpas e molhadas e a terra tinha um cheiro de terra molhada: eu comecei a lembrar, lembrar, lembrar e o meu pensamento parecia um parafuso sem fim, afundando na memória, eu não suportava mais lembrar de tudo o que se perdeu, tudo o que perdi, não fui e não fiz, mas não conseguia parar. Então comecei a gritar no meio do jardim molhado com as duas mãos segurando a cabeça para que não estourasse. Aí eles vieram e disseram que não tinha jeito e que estavam arrependidos de terem me deixado sair sozinho e que aquela era a última vez e que eu disfarçava muito bem mas não conseguiria mais enganá-los. Eu disse que não tinha culpa do meu pensamento disparar daquele jeito, mas acho que eles não acreditaram, eles não acreditam que eu não consigo controlar pensamento. Então me deram uma daquelas injeções e eu afundei num sono pesado e sem saída como este espaço dentro desses quatro muros brancos. Foi depois que acordei, não sei se hoje ou amanhã ou ontem, eu te escrevo dizendo hoje só para tornar as coisas mais fáceis, foi depois que acordei que perguntei se você não tinha vindo nem telefonado, e eles disseram que você não viera nem telefonara. É provável que estivessem mentindo, eles dizem que eu preciso aceitar mais a realidade das coisas, a dureza das coisas, e às vezes penso que tornam de propósito as coisas mais duras do que realmente são, só pra ver se eu reajo, se eu enfrento, Mas não reajo nem enfrento. A cada dia viver me esmaga com mais força. Não sei se eles escondem de mim a sua visita, se não me chamam quando você telefona, se dizem que já fui embora, que já estou curado, não sei se você não vem mesmo e não telefona mais, não sei nada de ninguém que viva atrás daqueles muros brancos, você era a única pessoa lá de fora que entrava aqui dentro de vez em quando. É verdade que eles todos moram lá fora, mas é diferente, eles vivem tanto aqui dentro que não consigo acreditar que sejam iguais aos lá de fora, como você. Você, sim, era completamente lá de fora. Digo era porque faz muito tempo que você não vem, sei do tempo que você não vem porque guardei no meio das minhas roupas um pedaço daquela maçã que você me trouxe da última vez, e aquele pedaço escureceu, ficou com cheiro ruim, encheu de bichos, até que eles me obrigaram a jogar fora. Acho que os pedaços da maçã só se enchem de bichos depois de muito tempo, não sei. Parei um pouco de escrever, roí as unhas, preciso roer as unhas porque eles não me deixam fumar, reli o começo da carta, mas não consegui entender direito o que eu pretendia dizer, sei que pretendia dizer alguma coisa muito especial a você, alguma coisa que faria você largar tudo e vir correndo me ver ou telefonar e, se fosse preciso, trazer a polícia aqui para obrigá-los a deixarem você me ver. Eu sei que você quer me ver. Eu sei que você fica os dias inteiros caminhando atrás daqueles muros brancos esperando eu aparecer. Eles não deixam, acho que você sabe que eles não deixam. Não vão deixar nem esta carta chegar às suas mãos, ou vão escrever outra dizendo que eu não gosto de você, que eu não preciso de você.
Mas é mentira, você tem que sabtr que é mentira, acho que era isso que eu queria dizer preciso escrever depressa antes que eu me esqueça do que eu queria dizer era isso eu preciso muito muito de você eu quero muito muito você aqui de vez em quando nem que seja muito de vez em quando você nem precisa trazer maçãs nem perguntar se estou melhor você não precisa trazer nada só você mesmo você nem precisa dizer alguma coisa no telefone basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro ou do outro lado.
Parei um pouco de escrever para olhar pela janela e principalmente para ver se eu conseguia deter o parafuso entrando no pensamento. Acho que consegui. Porque quando começo assim não consigo mais parar, e não quero que eles me dêem aquela injeção, não quero ouvir eles dizendo que não tem remédio, que eu não tenho cura, que você não existe. Eu acho graça e penso em como você também acharia graça se soubesse como eles repetem que você não existe. Depois eu paro de achar graça e fico olhando a porta por onde não entra o telefone por onde você não fala e me lembro do pedaço apodrecido daquela maçã e então penso que talvez eles tenham razão, que talvez você não venha mais, e com dificuldade consigo até pensar que talvez você não exista mesmo. Mas não é possível, eu sei que não é possível: se estou escrevendo para você é porque você existe. Tenho certeza que você existe porque escrevo para você, mesmo que o telefone não toque nunca mais, mesmo que a porta não abra, mesmo que nunca mais você me traga maçãs e sem as suas maçãs eu me perca no tempo, mesmo que eu me perca. Vou terminar por aqui, só queria pedir uma coisa, acho que não é difícil, é só isso, uma coisa bem simples: quando você voltar outra vez veja se você me traz uma maçã bem verde, a mais verde que você encontrar, uma maçã que leve tanto tempo para apodrecer que quando você voltar outra vez ela ainda nem tenha amadurecido direito.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Am♥r ou Amar.
" Eu procurei jurei que não iria mais falar de mim,
mais eu sou assim, eu tenho tanta história pra contar."
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Escrever, descrever, encher de palavras um texto para explicar o que não pode ser dito
um silêncio, um momento, os olhares se encontrando, uma necessidade e uma reação,
nada é tão simples, eu sempre lutei contra os sentimento, eu me mantive forte, me mantive como alguém lógica, que pensa em conseqüências, mais eu não te garanto que um dia não vou me arrepender por ser assim.
Me identifico com a resposta ' dormir com vontade ' , quando a noite chega e eu encosto minha cabeça no travesseiro eu penso : Foi o correto ?
E é, quando eu adormeço, de tanto pensar em uma resposta.
Talvez isso seja amor.
É você amar uma pessoa e se manter forte a todo o momento que estiver ao lado dele,
É gelar suas mãos, mudar de cor e soar frio, olhar no fundo dos olhos e dizer : Eu estou bem !
É você olhar a pessoa se aproximando, e você agir como uma amiga, e brincar com palavras idiotas.
É ser idiota.
Isso pode-se chamar de amor, pelo menos pra mim.
É querer abraçar, agarrar, não soltar por um minuto, te colar pra sempre ao lado dele.
Mais ao invés disso olhar no fundo dos olhos e dizer : Eu te amo muito, mais tenho que ir.
Você é capaz de amar assim? Eu sou, isso é amar, isso é amor.
Eu luto por você se você se manter forte por mim.
/eu preciso você também, todo mundo precisa de alguém.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
A minha história não acaba aqui.
Vão te dizer, que você não é mais o mesmo, vão apontar o dedo na tua cara pra te acusar
Vão arrumar mil motivos pra te incriminar,
Por todo canto há alguém esperando pra te derrubar.
podem dizer que acabou, eu acho que nem começou, o sol nasceu e eu ainda não dormi.
Eu sei que é fácil falar, então me ajude a fazer
Ontem eu estava no seu lugar, e não há como voltar
existe algo em você que eu sinto falta em mimnão foi a primeira vez que eu enxerguei o fim.
-" Existe algo em você, que eu sinto falta em mim, muita falta em mim, É "
sábado, 10 de julho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Remar. Re-amar. Amar
Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou (...). Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia (...). Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar.
domingo, 9 de maio de 2010
domingo, 4 de abril de 2010
Imagine
eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos. Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado de mais e a minha cama ser perfeita para nós dois. Eu teria medo do escuro, sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçados até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçados, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de romance em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos a tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando chimarrão e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite, para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntos. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha...
Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos, juntos, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando em letras, e você estaria no topo da carreira naquela mesma empresa. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor, apenas seria.créditos: pav.
domingo, 28 de março de 2010
Cold As You.
| Você tem um jeito de chegar em mim facilmente e quando você tira, você tira o melhor de mim Então eu começo uma briga,porque preciso sentir algo E você faz o que quer porque eu não sou o que você queria Oh, pena Que final chuvoso dado a um dia perfeito Só vá embora, não use palavras defensivas que você nunca diria E agora que eu estou aqui sentada pensando,Eu nunca estive em nenhum lugar tão frio como você Você constrói paredes e as pinta em um tom de cinza Mas eu fiquei lá te amando, tentando limpá-las. | |||||
quinta-feira, 4 de março de 2010
Sei que suas intenções são boas,
Mais sinto que me deixa em segundo plano
- E isso magoa.
- Eu não entendo.
- Eu sei, e isso está me matando.
Mais sinto que me deixa em segundo plano
- E isso magoa.
- Eu não entendo.
- Eu sei, e isso está me matando.
E se você não soubesse o que tinha ...
até perder pra sempre ?
E se a vida te desse uma segunda chance ...
para AMAR quem você perdeu ?
E se você tivesse um dia ...
para mudar o destino?
segunda-feira, 1 de março de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Talvez eu seja mesmo assim, eu quero tudo que não tenho e fico sempre esperando o que eu não vou ter.
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Não. Porque tem que ter drama. Se não tiver drama, eu faço acontecer o drama. Por isso deve ser tão difícil conviver comigo, quem sabe? Pra mim, quanto mais dramático, mais bonito.
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De volta, me deparo com tudo que eu deixei pra trás. E não eram só cartas em cima da mesa.
Ambas, Esteban.
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